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Grávida fica ferida após queda de elevador em prédio do INSS, na Capital

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Uma gestante, beneficiária do INSS, ficou ferida depois que um elevador do prédio Cristaleira, na rua Jerônimo Coelho, no centro de Porto Alegre, despencou do 3º andar até a Sobreloja. Conforme a ascensorista que atendeu a grávida, a mulher disse que iria denunciar o caso. “Ela ficou muito nervosa, mas felizmente não foi mais grave. Depois de sentir algumas dores e ficar tonta, busquei água para ela e a tranquilizei”, disse. O fato ocorreu na última semana.

 
Desde que começou a trabalhar no local, há três meses, a mesma ascensorista caiu três vezes em dois dos quatro elevadores do prédio Cristaleira.”Cai três vezes. Da última vez, fiquei com medo e não vim trabalhar no outro dia”, conta. Os servidores também se queixam dos elevadores antigos e sem reparos. É comum, no prédio do INSS, ouvir relatos de medo. “No final do ano, fiquei presa no elevador D. Fiquei no vão entre um paredão e um andar. Um senhor veio e me puxou. Agora, não tenho medo de ficar trancada, mas de cair”, relatou a servidora do INSS.
 
Em dezembro do ano passado (http://www.sindisprevrs.org.br/new/content_view.php?id=1896), a direção do Sindisprev-RS se reuniu com a gerência do prédio, após problemas semelhantes ocorrerem. Na época, os elevadores estavam sem manutenção, pois havia encerrado o contrato com a terceirizada.
 
A gerente executiva de Porto Alegre, Sinara Pastorio, recebeu representantes dos servidores e a direção do Sindisprev-RS, nesta tarde. Conforme Pastorio, há um laudo técnico garantindo que não há riscos de acidente nos elevadores. Este documento será encaminhado ao sindicato. Técnicos do Rio de Janeiro chegarão a Porto Alegre para avaliar se os mesmos serão trocados ou não. Uma Comissão de servidores de cada setor vai fazer o levantamento dos problemas de manutenção. Nova reunião com o sindicato será agendada.
 
Nesta segunda-feira, a direção do sindicato se reuniu com mais de 40 servidores no saguão do prédio. Além da insegurança nos elevadores, houve relatos de falta de manutenção em outros setores. No final de 2011, uma servidora da 18ª Junta de Recursos, no 13º andar, ficou ferida após a janela despencar em sua cabeça. “A janela estava sem parafuso, fora do esquadro. Fiquei uma semana sem trabalhar. Imagina se a janela de vidro cai lá embaixo?”, questionou.

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