51 3284-1800

SindisprevRS OF

Danos no prédio da DRT de Porto Alegre colocam em risco segurados e servidores

COMPARTILHE:

O comprometimento estrutural da marquise do prédio da Delegacia Regional do Trabalho, localizada na Avenida Mauá, no Centro de Porto Alegre, coloca em risco a vida de segurados e servidores do Ministério do Trabalho e Emprego.  

Os trabalhadores pedem a interdição total da marquise e também o auditório do 10º andar. Goteiras e infiltrações prejudicaram ainda mais os danos estruturais já existentes no prédio. Cerca de 400 pessoas buscam atendimento (confecção da carteira de trabalho, recurso do seguro desemprego, entre outros) diário no local. Abaixo, segue um trecho da denúncia feita pelos servidores.

“Saliento que mais de cinquenta servidores, terceirizados e estagiários já estão hoje sob risco de evacuação do prédio, e que o público está sujeito à queda iminente das marquises perimetrais do edifício e o desabamento do teto do auditório do 10º andar.

A Divisão de Administração até agora não se pronunciou sobre as providências que adotará tanto sobre as adequações necessárias quanto acerca do atendimento (há diversos agendamentos + demanda espontânea)”.

No final da tarde de hoje (20/07), a Divisão de Administração da SRTE-RS, através do Serviço de Comunicação Social, informou aos servidores, em completo desrespeito e descaso com a categoria, e em mostra de verdadeiro desprezo pela vida dos servidores, terceirizados, estagiários e segurados, que a única providência adotada será alterar o local de entrada e saída para o acesso da GARAGEM (!), pela Rua Cap. Montanha, frisando que o atendimento seguirá NORMALMENTE.

Sequer comunicaram à SMURB para resguardar o passeio público (vide link abaixo)! Atitudes como esta demonstram que o assédio moral no Ministério do Trabalho e Emprego chega às raias do absurdo, pois os servidores (inclusive colegas grávidas) estão psicologicamente abalados ante a perspectiva de colapso estrutural de todo o edifício, pondo em risco suas vidas e dos cidadãos que o frequentam, sendo contudo obrigados a continuar trabalhando como se nada fôra. Não aceitaremos mais este ataque! Os órgãos de controle serão acionados e os responsáveis sofrerão os rigores da lei. Será preciso uma tragédia para que se tome alguma providência?

follow:

CONTEÚDOS