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Último dia do Encontro Estadual de Servidores Ativos da Saúde e Anvisa teve discussão sobre planejamento para a aposentadoria

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Após anos de trabalho diário, o momento da aposentaria é um marco na vida de qualquer pessoa. Um processo de rompimento e de mudança ocorre e há a necessidade de planejar esse novo período. Foi isso que o professor da UFRGS, Sérgio Antônio Carlos, doutor em Serviço Social, apresentou durante a palestra “Refletindo sobre a aposentadoria: que projetos eu tenho?”, na última mesa de debate do Encontro Estadual de Servidores Ativos da Saúde e Anvisa.

 

Segundo Sérgio, por mais que as pessoas acreditem estar preparadas, quando se veem na condição de aposentadas, percebem que não estavam. E é aí que surge a necessidade de projetar o momento da aposentadoria. “A aposentadoria marca o ser idoso e o pensar sobre a velhice é importante”, disse.

 

“Quem está prestes a se aposentar vê esse momento como um fantasma, não sabe como será. Algumas pessoas encaram como a ‘hora de pendurar as chuteiras’. Outras enxergam na aposentadoria a hora de fazer coisas que não puderam fazer antes, como viajar, estudar, se dedicar a algum hobbie”, destacou.

Ao mesmo tempo, para a sociedade, a aposentaria e o aposentado são vistos com muitos estigmas, como alguém que está próximo ao fim da vida ou doente. No entanto, essa não é a realidade. De acordo com o professor, cada vezes mais aposentadas e aposentados desenvolvem atividades diversas e mantém uma rotina de ocupação, fazem trabalhos voluntários, investem em cursos de formação, viagens e lazer.

Com o aumento da expectativa média de vida dos brasileiros, a questão da aposentadoria assume uma importância ainda maior. Cultivar outras atividades fora do mundo do trabalho ajudará o futuro aposentado a encarar este momento não como um fim, mas como um recomeço.

 

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