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Agência do INSS Osório fecha após contágio por COVID-19

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Mais da metade dos servidores que trabalham presencialmente estão com sintomas e aguardam resultado dos testes. A APS Osório atende cerca de 90 segurados por dia.

A Agência do INSS de Osório não abriu as portas nesta quinta-feira, 22 de abril. O prédio foi interditado para sanitização na segunda-feira(19) ao meio-dia, após um servidor militar que trabalha presencialmente no prédio testar positivo para COVID-19.

De acordo com a gerente da APS Osório, Luciane Bothomé um servidor militar de 58 anos testou positivo para COVID-19 na segunda-feira e na terça-feira (20), pelo menos mais oito servidores passaram a apresentar sintomas causados pela contaminação do coronavírus.

“Estamos aguardando o posicionamento da Central Covid do município de Osório para agilizar os testes dos trabalhadores que foram realizados pelo SUS”, relatou a gerente que também aguarda por uma confirmação de liberação de testes para o restante dos servidores que não apresentam sintomas.

Luciane se testou, mas o teste deu negativo para COVID-19. Ela precisou pagar pelo exame.

Thiago Manfroi, diretor do SindisprevRS demonstrou preocupação com o caso, “Este é um novo surto. Em Bagé, um dos nove servidores que trabalhavam na Agência do INSS no município faleceu, após se contagiar no trabalho”, disse ao mencionar que o SindisprevRS vem alertando a direção da autarquia sobre o fato de que as agências podem se transformar em focos de contágio da doença.

“Nosso público alvo são pessoas da faixa etária de risco e com comorbidades”, destacou Manfroi.

A agência de Osório atende uma média de 90 segurados por dia, mesmo com um número reduzido de servidores, 15 no total, trabalhando desde o retorno em setembro de 2020.

“É importante frisar aqui que,  diferentemente da APS Bagé, vinculada à Gerência Executiva Pelotas,  na APS Osório, vinculada à Gerência Executiva Canoas, foram tomadas todas as medidas de contingenciamento previstas”, concluiu diretor do SindisprevRS. 

 

A agência pode fechar nos próximos 14 dias e ainda não há previsão de quando os demais servidores militares, quatro no total, os quatro estagiários e os seis trabalhadores terceirizados da agência farão os testes.

O SindisprevRS defende a urgência nas vacinas e que entre os grupos prioritários devem estar os servidores que estão na ponta do atendimento do INSS, para que trabalhadores e usuários do Instituto tenham segurança nas agências.

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