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Demissão em massa é sintoma de terceirização da saúde em Canoas e Porto Alegre

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Em Canoas, o Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (GAMP) deverá demitir mais de 3,5 mil funcionários que atuam em Hospitais Universitários, Pronto Socorros e UBS. É bastante comum que estas organizações (que gerem instituições públicas com interesses privados) estejam envolvidas com precarização dos serviços de saúde, demissão iminente de profissionais, atraso de salários, não pagamento de direitos e denúncias de irregularidades e corrupção.

Nesta semana, outro caso mostra a verdadeira face da terceirização: a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre demitiu em massa todos os médicos do setor de obstetrícia, a fim de substituí-los por profissionais terceirizados, com vínculo frágil e instável. A decisão foi tomada por razões financeiras, desmantelando toda uma equipe sem levar em conta se o atendimento ficará comprometido. A precarização da maternidade da Santa Casa sobrecarrega outras unidades de saúde da capital, como HMIPV, Fêmina e Conceição, que também prestam o serviço, o que no fim das contas prejudicará as usuárias.

Não às terceirizações! Saúde não é mercadoria!

 

Saiba mais:
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