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15 de maio | Dia das e dos Assistentes Sociais

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Em 2026, seguimos reafirmando: não há direitos sociais sem luta coletiva.

Mais do que uma data comemorativa, o 15 de maio representa a história de luta de uma categoria comprometida com a defesa dos direitos sociais, da dignidade humana e da classe trabalhadora, porque acredita que não há neutralidade diante da fome, da desigualdade e da exclusão social.

Em meio ao desmonte das políticas públicas, à precarização do trabalho e ao avanço das desigualdades sociais, as/os assistentes sociais seguem atuando na linha de frente, resistindo cotidianamente em defesa da vida, da seguridade social e dos direitos da população.

As/os assistentes sociais que atuam na seguridade social, como na Saúde e no INSS, enfrentam no dia a dia do trabalho a precarização das políticas sociais, o assédio institucional e a sobrecarga de trabalho, como por exemplo, o número diário de avaliações sociais que vão além da capacidade do tempo e da saúde mental das/dos profissionais. Esta realidade de trabalho fragiliza profundamente a qualidade dos serviços prestados e atinge diretamente a população que busca os seus direitos.

Neste 15 de maio, o SINDISPREVRS, por meio de sua Secretaria de Saúde do Trabalhador saúda todas/os as/os assistentes sociais que transformam indignação em luta, não se silenciam diante dos ataques institucionais, e que assumem compromisso ético com a população que atendem.

Nos juntamos à luta da categoria por melhores condições de trabalho, por espaços laborais salubres, por uma gestão de trabalho que não corroa a saúde física e mental das/dos servidores/as. Lutamos por chefias técnicas que dialoguem com as/os profissionais, respeitem os princípios da profissão e façam a recusa do arbítrio e do autoritarismo. Para as/os assistentes sociais os atendimentos vão além de números, porque trabalham para transformar a vida de cada usuário/segurado que é atendido.

Assim, reafirmamos nosso posicionamento em favor da equidade e da justiça social e destacamos a importância da organização coletiva, da luta sindical e do fortalecimento do Projeto Ético-Político do Serviço Social. Entendemos que não há democracia com retirada de direitos e não há dignidade para a classe trabalhadora sem condições dignas de trabalho.

 

É na luta que a gente se fortalece: Viva a luta das/os Assistentes Sociais!

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