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FENASPS segue na luta e não recua nas reuniões com o MPOG

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Porto Alegre – Na última reunião da FENASPS com o RH do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) (sexta-feira, 04), esperava-se que o Governo apresentasse os detalhes da proposta apresentada na reunião do dia anterior, com novos valores para os padrões iniciais e finais. Porém, o Governo apresentou apenas o detalhamento da proposta para 2008, impossibilitando o SINDISPREV-RS de dar uma posição final e categórica sobre a proposta, pois o Sindicato só deve avaliar uma proposta no seu conjunto, com os valores para 2008, 2009, 2010 e 2011, levando em consideração a distribuição da remuneração total entre vencimento básico e gratificaçãoes, bem como os momentos em que poderá ocorrer a incorporação de VPI e GAE.

 

O Governo alegou que não havia estabelecido uma proposta para 2009, 2010 e 2011 porque está discutindo a carga horária para a Carreira do Seguro Social e esta definição implicaria nos parâmetros globais da proposta.

 

A FENASPS ponderou que os números apresentados para o período de 2009 a 2011 poderiam aproximar a categoria do Governo no processo de negociação para a carga atual de 30 horas, mas de forma alguma será aceita uma proposta menor do que a apresentada na quinta-feira.

 

Os trabalhadores da Carreira do Seguro Social reivindicam equiparação salarial com os Analistas e Técnicos da Receita Federal, do Ciclo de Gestão e Banco Central. Os valores e o formato da proposta não atingem os valores recebidos por eles agora e muito menos com o que o Governo acertou com eles para os próximos anos.

 

Nós, trabalhadores da Carreira do Seguro Social, estamos fartos de sermos tratados como servidores de segunda classe em relação a outros que se dedicam a maquinar formas de garantir os lucros dos ricos e poderosos. Nos orgulhamos de ser servidores da previdência, gerir a distribuição do segundo orçamento da União, de executarmos o principal programa social do país e propiciar a distribuição de renda em milhares de municípios para milhões de brasileiros.

 

Exigimos a valorização devida e não abriremos mão disso. Não aceitaremos a redução de qualquer um dos valores apresentados e muito menos o fim das 30 horas. Seguimos reivindicando a tabela apresentada pela FENASPS ao Governo. As 30 horas foram a única coisa que permaneceram estáveis ao longo desses últimos 25 anos. Ficaram inalteradas durante os Governos do General Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique e agora, no governo Lula. Não será agora, as vésperas do recrudescimento do processo inflacionário – como discutem todos os economistas dentro e fora do Governo, veja-se as medidas que estão sendo discutidas no Ministério da Fazenda e no Banco Central – e de uma crise econômica mundial, que abriremos mão delas por meia dúzia de tostões, sem qualquer garantia de manutenção do poder aquisitivo.

 

Os trabalhadores da Carreira do Seguro Social exigem o atendimento da pauta de reivindicações apresentada pela FENASPS:

 

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