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FSM 2011: Movimento Negro defende inclusão digital como meio para barrar as discriminações social e racial

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O Movimento Negro Unificado gaúcho participou, nesta quinta-feira (10), em Dakar, de uma videoconferência sobre a situação mundial e a crise, a situação dos movimentos sociais pela cidadania e o processo contributivo e reflexivo das onze edições do Fórum Social Mundial.
 
A videoconferência, que reuniu dezenas de entidades do mundo, também debateu a inclusão digital e a democratização do uso de novas ferramentas de informação. As redes sociais, por exemplo, têm tido um papel importante para a discussão de temas como a discriminação racial e social, educação, modelos sustentáveis ao Meio Ambiente e políticas públicas de inclusão.
 
“Somente através da troca de conhecimentos e de uma informação não-viciada pelas máximas neoliberais é que os povos podem se libertar de um estigma pré-definido na pirâmide que coloca no topo as grandes potências que oprimem suas próprias populações e os países menos desenvolvidos”, disse Silvia Regina Vieira, diretora do Sindisprev-RS e do MNU.
 
“Defendemos uma outra globalização, que possa vencer a pobreza estrutural globalizada, a tirania do dinheiro e da informação , e buscar um Novo Mundo Possível entendendo a humanidade com um bloco revolucionário que protagonize um  instrumento de libertação e alcance a todos”, disse Milton Santos, referência na luta pelos Direitos Humanos da Bahia.
 
 

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