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INSS da região atua com 40% menos servidores do que o ideal – #CLIPAGEM

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Prestando serviços essenciais ao cidadão como perícias médicas domiciliar, hospitalar e em trânsito, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) é referência para qualquer brasileiro. A carência de recursos humanos ao longo dos anos, entretanto, vem dificultando e fragilizando a oferta dos serviços. Conforme o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social no Rio Grande do Sul (SindisprevRS), a defasagem de servidores é hoje de 60% no Estado e de 40% no Vale do Sinos, onde faltariam 60 técnicos nas oito agências da região, situadas em Novo Hamburgo, Campo Bom, Dois Irmãos, Sapiranga, Taquara e São Leopoldo, com as unidades de Igrejinha e Três Coroas fechadas por falta de funcionários. Quadro que pode se agravar ainda mais com a perspectiva de que 30% dos servidores têm condições de se aposentar a partir de 2017.

A falta crônica de servidores está ligada a sempre presente ideia de terceirização do serviço público. Com isso, a União transfere para a iniciativa privada a responsabilidade que é sua por lei, gerando também a precarização do serviço oferecido", critica o diretor da Secretaria de Políticas Sociais do SindisprevRS, Jorge Patrício Fagundes Pires. Este ano, concurso público para o INSS resultou em 950 aprovados dentro das vagas ofertadas (800 para técnico e 150 para analista) e 2.362 excedentes. Contingente ainda não chamado e distante da carência nacional do Instituto, que segundo o sindicato atingiria 18.971 cargos de técnico do seguro social, analista do seguro social, perito médico e outros.

Angústia da espera

Aprovado no concurso do INSS e aguardando a convocação, um morador de São Leopoldo, 27 anos, que prefere não se identificar, lamenta a situação. "Estou na expectativa para a nomeação do concurso, há boatos de que as nomeações estão previstas para novembro. Mas é uma situação que angustia", diz, relatando que os aprovados criaram uma comissão nacional. Esse colegiado busca a ampliação do prazo de um para dois anos na chamada dos aprovados, a autorização do aumento em 50% do número de vagas originais e a nomeação de todos os excedentes.

O que diz o governo federal

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério do Planejamento, ao qual está vinculado o INSS, diz que ainda não houve autorização para nomeações relativas ao concurso. Esclarece que a regra para o concurso é de que os candidatos aprovados dentro do número de vagas previstas no edital “serão nomeados ao longo do prazo de validade dos certames, dentro da conveniência da Administração Pública”. Sobre os questionamentos do número de vagas e defasagem de servidores no Estado e em âmbito nacional, informa que os dados são geridos de forma descentralizada pelo INSS.

Fonte: Jornal NH

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